Edson Cadaxo

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“Aprendi a agir de acordo com os interesses superiores da sociedade, sem sacrificá-los aos do partido”

(Mensagem do governador Edson Cadaxo á Assembléia e ao povo acreano)

 

A partir desta máxima Edson Cadaxo ergueu e sustentou uma moral política inabalável. Político e homem público respeitado por todos, de um extremo a outro do espectro político, Cadaxo caminhou de peito aberto por todas as posições do poder público, sem jamais permitir que lhe tomassem o pulso.

Como governador mudou os rumos de uma administração desacreditada e sem apoio popular. Desde o primeiro decreto governamental se esforçou para mostrar que a administração havia mudado. Trocou secretários, fundiu secretarias, enxugou a máquina administrativa e assim viabilizou a retomada do crescimento econômico e social. Ao fim de sua gestão tinha mais de 80% de aceitação popular.

Com a morte de Edson Simões Cadaxo o Acre perdeu um dos seus maiores políticos. Ele ainda fez questão de exercer seu direito ao voto apesar da piora no seu estado de saúde. Mas não teve jeito. Na manhã do dia 07 de outubro de 2002 Edson Cadaxo não resistiu ao agravamento de uma hemorragia interna e morreu deixando filhos, netos e um sem número de admiradores e amigos chorando a sua partida. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa com a presença dos familiares e amigos.

A vida de Edson Cadaxo é, sem dúvida, um caso de amor pelo Acre. Nascido em Boca do Acre, município do Estado do Amazonas, ainda cedo ingressou na Guarda Territorial. Destacado para trabalhar em Brasiléia logo chegou ao posto de cabo. Depois de algum tempo, e muitas aventuras, naquela cidade o cabo Cadaxo voltou para Rio Branco onde permaneceu até ser transferido para o destacamento de Cruzeiro do Sul, cidade que adotaria como sua até o fim da vida.

Na principal cidade do Juruá Cadaxo logo ganhou fama de namorador. Fama que não resistiu muito tempo, já que logo conheceu o grande amor de sua vida, a jovem Luiza Correa de Lima, com quem se casou e teve quatro filhos: Edson (Cadaxinho), Joiceli, Joicilene e Edilson. Dona Lili Cadaxo, como ficou conhecida, acompanhou toda a trajetória de Edson Cadaxo durante mais de 50 anos, sempre firme, ao lado do companheiro. E todos que conheceram bem o casal são unânimes ao afirmar que ela adorava política, tanto ou mais que seu marido, se tornando a grande incentivadora de sua carreira pública.

Depois do casamento, Cadaxo e Dona Lili começaram a lidar com seringais e comércio. Logo, com muita luta e trabalho, o casal conseguiu prosperar. Tanto que, ao estrear na política, a família Cadaxo já era uma das mais abastadas e respeitadas do Juruá. Tornando-se um dos raros exemplos de homens públicos que empobreceram depois de se envolver com a política.

Apesar de muito relutante, finalmente Edson Cadaxo decidiu participar de uma eleição e, em 1962, assumiu seu primeiro cargo político, o de vereador constituinte em Cruzeiro do Sul. Desde então não parou mais. Foi candidato e se elegeu deputado estadual por cinco vezes, das quais, em duas legislaturas ocupando o cargo de Presidente da Assembléia Legislativa, graças ao que assumiu por diversas vezes como Governador Interino do Estado.

Mas foi ao se eleger como vice-governador que Cadaxo se deparou com o seu maior desafio: assumir a administração estadual por quase um ano. E é muito importante lembrar que, durante esse período, o Acre estava passando por uma das piores crises política e econômica de sua história. Mas Cadaxo não era homem de recuar facilmente e aceitou o desafio. Ao fim de seu mandato o governo estadual estava novamente em alta, com os cofres públicos saneados e com a grave crise política e social superada.

Na segunda metade dos anos 90 Cadaxo teve uma série de problemas de ordem emocional e de saúde. Ele ainda não havia se recuperado da morte prematura de seu filho mais velho e herdeiro político, Cadaxinho, quando perdeu, no ano de 1997, a sua companheira de todas as horas, Dona Lili. Como conseqüência, Cadaxo sofreu um derrame que lhe paralisou todo o lado direito do corpo e quando achou que sua vida havia acabado eis que surgiu o convite para compor a chapa da Frente Popular junto com Jorge Viana.

Cadaxo renasceu com a possibilidade de poder contribuir ainda mais com o Estado do Acre. Quando já não se acreditava que ele poderia aceitar, ou mesmo que tivesse condições físicas para tal, eis que Cadaxo volta ao Acre (se encontrava no Rio de Janeiro em tratamento de saúde), e descer do avião, ainda com a mesma vitalidade, senão no corpo, mas no olhar, disse sim. Pôde então o Acre, mais uma vez contar com a força, a experiência e o amor de Edson Cadaxo.

A partir desta máxima Edson Cadaxo ergueu e sustentou uma moral política inabalável. Político e homem público respeitado por todos, de um extremo a outro do espectro político, Cadaxo caminhou de peito aberto por todas as posições do poder público, sem jamais permitir que lhe tomassem o pulso.

Como governador mudou os rumos de uma administração desacreditada e sem apoio popular. Desde o primeiro decreto governamental se esforçou para mostrar que a administração havia mudado. Trocou secretários, fundiu secretarias, enxugou a máquina administrativa e assim viabilizou a retomada do crescimento econômico e social. Ao fim de sua gestão tinha mais de 80% de aceitação popular.

Com a morte de Edson Simões Cadaxo o Acre perdeu um dos seus maiores políticos. Ele ainda fez questão de exercer seu direito ao voto apesar da piora no seu estado de saúde. Mas não teve jeito. Na manhã do dia 07 de outubro de 2002 Edson Cadaxo não resistiu ao agravamento de uma hemorragia interna e morreu deixando filhos, netos e um sem número de admiradores e amigos chorando a sua partida. Seu corpo foi velado na Assembléia Legislativa com a presença dos familiares e amigos.

A vida de Edson Cadaxo é, sem dúvida, um caso de amor pelo Acre. Nascido em Boca do Acre, município do Estado do Amazonas, ainda cedo ingressou na Guarda Territorial. Destacado para trabalhar em Brasiléia logo chegou ao posto de cabo. Depois de algum tempo, e muitas aventuras, naquela cidade o cabo Cadaxo voltou para Rio Branco onde permaneceu até ser transferido para o destacamento de Cruzeiro do Sul, cidade que adotaria como sua até o fim da vida.

Na principal cidade do Juruá Cadaxo logo ganhou fama de namorador. Fama que não resistiu muito tempo, já que logo conheceu o grande amor de sua vida, a jovem Luiza Correa de Lima, com quem se casou e teve quatro filhos: Edson (Cadaxinho), Joiceli, Joicilene e Edilson. Dona Lili Cadaxo, como ficou conhecida, acompanhou toda a trajetória de Edson Cadaxo durante mais de 50 anos, sempre firme, ao lado do companheiro. E todos que conheceram bem o casal são unânimes ao afirmar que ela adorava política, tanto ou mais que seu marido, se tornando a grande incentivadora de sua carreira pública.

Depois do casamento, Cadaxo e Dona Lili começaram a lidar com seringais e comércio. Logo, com muita luta e trabalho, o casal conseguiu prosperar. Tanto que, ao estrear na política, a família Cadaxo já era uma das mais abastadas e respeitadas do Juruá. Tornando-se um dos raros exemplos de homens públicos que empobreceram depois de se envolver com a política.

Apesar de muito relutante, finalmente Edson Cadaxo decidiu participar de uma eleição e, em 1962, assumiu seu primeiro cargo político, o de vereador constituinte em Cruzeiro do Sul. Desde então não parou mais. Foi candidato e se elegeu deputado estadual por cinco vezes, das quais, em duas legislaturas ocupando o cargo de Presidente da Assembléia Legislativa, graças ao que assumiu por diversas vezes como Governador Interino do Estado.

Mas foi ao se eleger como vice-governador que Cadaxo se deparou com o seu maior desafio: assumir a administração estadual por quase um ano. E é muito importante lembrar que, durante esse período, o Acre estava passando por uma das piores crises política e econômica de sua história. Mas Cadaxo não era homem de recuar facilmente e aceitou o desafio. Ao fim de seu mandato o governo estadual estava novamente em alta, com os cofres públicos saneados e com a grave crise política e social superada.

Na segunda metade dos anos 90 Cadaxo teve uma série de problemas de ordem emocional e de saúde. Ele ainda não havia se recuperado da morte prematura de seu filho mais velho e herdeiro político, Cadaxinho, quando perdeu, no ano de 1997, a sua companheira de todas as horas, Dona Lili. Como conseqüência, Cadaxo sofreu um derrame que lhe paralisou todo o lado direito do corpo e quando achou que sua vida havia acabado eis que surgiu o convite para compor a chapa da Frente Popular junto com Jorge Viana.

Cadaxo renasceu com a possibilidade de poder contribuir ainda mais com o Estado do Acre. Quando já não se acreditava que ele poderia aceitar, ou mesmo que tivesse condições físicas para tal, eis que Cadaxo volta ao Acre (se encontrava no Rio de Janeiro em tratamento de saúde), e descer do avião, ainda com a mesma vitalidade, senão no corpo, mas no olhar, disse sim. Pôde então o Acre, mais uma vez contar com a força, a experiência e o amor de Edson Cadaxo.